Bem-Vindos
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IMPULSOS


Sábado à tarde do primeiro fim de semana quente deste ano. Eu e o meu marido tínhamos estado a trocar ideias sobre o que nos apetecia fazer e as ideias começaram a jorrar, cada uma mais quente que a outra. Uma delas foi esta:

- "E se engatássemos um perfeito desconhecido para uma "festinha" mais logo? Ideias dele, claro!

Eu achei excitante mas pouco provável de realizar.
Por coincidência, e após ter ligado à Net, recebeu uma mensagem de um outro casal que sugeriu a mesma coisa. Após umas trocas de olhares entre nós e de alguns risinhos nervosos, acabámos por pensar: "- Porque não?"
Mais algumas trocas de mensagens e combinou-se um encontro num hotel. No entanto ficámos de confirmar por telemóvel mais perto da hora. Naquela noite, à medida que se aproximava a hora, começámos a pensar que esta brincadeira podia ser arriscada e que nos tínhamos deixado levar por um impulso. Seria esta nossa fantasia realmente possível de se tornar realidade ou os riscos eram grandes demais?
Mesmo assim, a curiosidade era tanta que não resistimos a ligar ao tal casal. No entanto fizemo-lo um pouco mais tarde do que tínhamos combinado e do outro lado, os pensamentos deviam ser parecidos com os nossos e resolveram que o melhor era não seguir com a ideia em frente.

Combinámos um encontro mais "normal". Um café e depois logo se via. No entanto e por razões várias de ambas as partes, os encontros foram sendo adiados. Mantivemos contacto através da Net e falámos pelo telefone umas vezes.

Finalmente, numa noite durante a semana, lá nos encontrámos. Fomos a um bar onde estivemos na conversa até tarde. O primeiro pensamento que me lembro de ter tido foi: "- Que pena não termos seguido aquele nosso primeiro impulso. Tinha sido concerteza uma noite para nunca mais esquecer". É que o Paulo e a Maria para além de pessoas muito simpáticas e decentes, eram também muito atraentes. No entanto ninguém abriu o jogo e ficámos todos a pensar no que teriam pensado os outros de nós.

Rapidamente todas as dúvidas foram esclarecidas e percebemos que todos tinham tido o mesmo tipo de pensamento. A partir daí a conversa fluiu com a maior das naturalidades, tendo o sentimento de bem estar e confiança aumentado a um ritmo impressionante. Falou-se abertamente sobre as fantasias mais inconfessáveis e a vontade de as pôr em prática era enorme!

Combinou-se novo encontro. Sábado num hotel. Começaríamos por uma troca de parceiros em separado com telefonemas pelo meio para ouvir e sentir o que se passava no outro quarto e depois juntar-nos-íamos todos para o rematar da festa!

A excitação e nervosismo eram enormes. Nem queria acreditar que me sentia atraída desta maneira por uma situação e por pessoas praticamente desconhecidas. Só sabia que queria! Queria experimentar o prazer de ter aquele homem, dar-me a ele também e ao mesmo tempo imaginar o prazer que o meu marido ia sentir e dar à outra pessoa. Isto sem falar da enorme tesão que dava pensar em todos reunidos no fim a contar e exemplificar o que tinham estado a fazer anteriormente! Os dias de espera foram dias de enorme te(n)são!! E eu pensava" - Devemos estar loucos."

Nós fomos os primeiros a chegar e quando eles chegaram, telefonaram. Combinámos sermos nós as mulheres a trocar de quarto e ir ter com eles. Ao telefone o Paulo perguntou-me, à laia de desafio, "- Pode ser ...JÁ??!!"
Eu ri-me, agarrei nas minhas coisas, dei um enorme beijo no meu marido e saí. Na outra ponta do corredor vi a Maria. Por coincidência dum quarto entre os nossos estava a sair um rapaz que ao ver-nos olhou para um lado e para o outro...e nós ficámos ali uns segundos, indecisas, mas lá acabámos por avançar com um sorriso muito comprometido. Cumprimentámo-nos e lá fomos ter com eles! Os meus nervos, atirei-os para trás das costas mal bati à porta e entrei no quarto. Tomei a iniciativa e dei-lhe um beijo na boca e logo que fechámos a porta atrás de nós, beijámo-nos sofregamente entrelaçando as nossas línguas....e depois de uma série de beijos generosos, sentimo-nos tremendamente excitados...queríamos arrancar a roupa e num ápice estávamos nus. Trocámos carícias e comentários um sobre o outro. Excitados telefonámos para o outro quarto para saber como eles estavam. Enquanto o Paulo falava ao telefone com a parceira, eu segurei o pénis dele e comecei a lambê-lo, primeiro calma e longamente enquanto lho massajava. Fui descendo até aos testículos, subi de novo e continuei a chupá-lo agora vigorosamente, sentindo-o estremecer de prazer à medida que ele ouvia a Maria contar como tinha chupado o meu marido e ele a ela. Ele não aguentou mais a excitação e veio--se na minha boca.
Mal desligou o telefone, tocou-me o clitóris tendo sentido como eu estava toda molhada. Aos seus toques comecei a reagir com suspiros e gemidos cada vez mais fortes, à medida que ele me ia abrindo e explorando com os dedos. Ao mesmo tempo não parava de me beijar na boca e mordiscar os mamilos. A minha excitação aumentava ao ritmo da mão dele e não tardou que com ela me penetrasse no meio de uma enorme excitação. Quanto mais ele a rodava dentro de mim mais eu sentia que não tardava a rebentar numa explosão de prazer. Violentamente excitada, pedi-lhe que aumentasse o ritmo com que entrava e saia de dentro de mim e num instante atingi um enorme orgasmo.

Fiquei sem fôlego mas num instante me recompus e de quatro pedi que ele me fosse atrás. Abri bem as minhas nádegas e sentiu-o a entrar. Essa é uma das minhas sensações preferidas. Sentir um pénis a entrar primeiro lentamente e depois com todo o vigor. Sentir-me totalmente possuída!
É demais...

Entretanto no outro quarto, o meu marido estava a fazer o mesmo com a Maria. O Paulo ficou muito excitado de a ouvir contar os pormenores do que estava a fazer, e foi-lhe dando instruções do que ela devia pedir-lhe para fazer."- Diz-lhe que te coma com força!" dizia ele.
Não resistimos e fomos ter com eles.

A noite continuou, a excitação e as loucuras também!

Mais não conto porque eu apenas fui uma das intervenientes. Cada um dos outros pode ainda vir a contar o resto da história e mesmo que o não façam pode ser facilmente imaginada! :)

Não me vou esquecer desta noite! E de toda a excitação que a envolveu. Mas o melhor de tudo é ter sentido que podemos ficar amigos para sempre!

Ana & Companhia